Personagens do futebol mexicano reforçam coro por Hernández

Uma das maiores revelações mexicanas nos últimos anos ganha cada vez mais apoio dos conterrâneos para ter um lugar no time titular de Javier Aguirre. Questionado por torcedores e imprensa sobre a seguida escalação do experiente Guillermo Franco no ataque mexicano na Copa do Mundo, o treinador da seleção mexicana vê o coro a favor do jovem Javier Hernández aumentar cada vez mais.
Desta vez, personagens do futebol local engrossaram o pedido por "Chicharito", autor do primeiro gol na vitória sobre a França por 2 a 0 na primeira fase.
- Não entendo o treinador. Deixar Guardado no banco, e não começar com Hernández para jogar Franco. Tem que levar em conta que Franco leva cinco partidas em Mundiais e não anotou nenhum gol. E ele está lento, lesionado, na reserva do West Ham - disse ao diário "El Universal" José Antonio García, presidente executivo do Atlante, clube da Primeira Divisão mexicana.
Franco está sendo questionado pelos mexicanos
(Foto: Getty Images)Ex-jogador do Chivas Guadalajara, Hernandéz, conhecido como "Chicharito", foi recentemente contratado pelo Manchester United, que publicou em seu site oficial nota de elogio ao jogador após a vitória mexicana sobre os franceses. Na verdade, os dois jogadores têm características distintas. Enquanto Franco é jogador fixo de área, Hernández tem na mobilidade o seu diferencial, além de ser quase 11 anos mais novo (33 contra 22 anos de idade).
- A diferença de Chícharo (Hernández) com Guille (Franco) é a rapidez. Quanto mais dinâmica for a equipe, melhor, já que a defesa argentina é mais lenta. É um ponto chave para o México. Está claro que Hernández atravessa um melhor momento e tem mais confiança - disse Miguel Herrera, treinador do Estudiantes Tecos, também da elite local.
O México enfrenta a Argentina neste domingo às 15h30m em Joanesburgo, no Soccer City. Se Franco for novamente escalado por Aguirre, o atacante terá que enfrentar sua nação de nascimento. Em 2002, o atacante foi jogar no futebol do México e três anos depois se naturalizou mexicano, a tempo de disputar a Copa de 2006 com a camisa tricolor
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