quarta-feira, 23 de junho de 2010

Para técnico americano, decepção contra o Brasil serve como motivação


Classificado para as oitavas de final da Copa do Mundo, após vitória emocionante sobre a Argélia, o técnico dos Estados Unidos, Bob Bradley, foi buscar em 2009 o combustível para sonhar com uma grande campanha na fase final do torneio. Vice-campeão da Copa das Confederações, em junho passado, Bradley diz que até hoje não engoliu a derrota por 3 a 2, de virada, para o Brasil, na decisão.

- A experiência da Copa das Confederações foi importante, porque jogamos contra grandes equipes, nos classificamos em um grupo complicado e vencemos a Espanha na semifinal. Só que no fim das contas nossa maior lembrança é que fizemos 2 a 0 contra o Brasil na final e deixamos o título escapar. Foi uma grande decepção, sem dúvida. Mas isso até hoje nos serve como motivação para ir além. Foi uma experiência que nos fez crescer - destaca o treinador.

Mesmo assim, os Estados Unidos quase deixaram escapar a classificação no grupo C, que, em tese, deveria vir com facilidade. O gol do alívio saiu apenas aos 45 minutos do segundo tempo, contra a Argélia. Antes disso, o time já tinha demonstrado grande variedade de gols perdidos - de cabeça, na entrada da área, cara a cara com o goleiro e até sem goleiro. No total, foram 22 chutes a gol.

- Há momentos de um jogo como esse que você pensa: "talvez não seja a nossa noite". Mas minha função como treinador é buscar alternativas, pensar no que mais pode ser feito para que a gente continue criando chances. Foi isso que eu tentei. E no fim das contas quem decide mesmo são os jogadores - analisou.

O técnico acredita que vitórias como essa ajudam o futebol a crescer cada vez mais nos Estados Unidos.

- Outros esportes têm longa tradição e história no nosso país, mas o futebol está criando sua história e sua tradição também. Quando viemos para o estádio, as ruas estavam cheias de torcedores americanos gritando, agitando bandeiras, batendo no ônibus... E se isso aconteceu aqui na África do Sul, é sinal de que o futebol continua a crescer nos Estados Unidos.

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