quarta-feira, 14 de julho de 2010

Gelados, Grêmio e Vitória fazem jogo ruim e empatam no Olímpico


Silas disse que a intenção do Grêmio era aproveitar o frio de Porto Alegre para colocar o Vitória numa gelada no estádio Olímpico. Por pouco o time dele não congelou na noite desta quarta-feira. As equipes se enfrentaram sob temperatura de 10ºC, com sensação térmica ainda mais baixa: 6ºC. No banco de reservas, jogadores dos dois times se aqueceram com agasalhos, luvas e cobertores. Os gaúchos diriam que é um frio de renguear cusco. Na tradução do “gauchês”, significa que é tão intenso que faz até o cachorro (cusco) tremer e mancar. Só que os baianos não tremeram. O Rubro-Negro deixou Salvador com os termômetros marcando quase 30ºC e se esforçou para esquentar e equilibrar a partida. No fim, 1 a 1 com nível fraco. Só jogadores da equipe baiana marcaram. O zagueiro Wallace a favor e o lateral-esquerdo Egídio contra.

Com o resultado, os times chegam a nove pontos e não andam na tabela. O Tricolor está em 13º e o Leão em 14º. Na próxima rodada, o Vitória recebe o São Paulo, sábado, às 18h30m, no Barradão. No domingo, no mesmo horário, o Grêmio visita o Grêmio Prudente, no estádio Prudentão.




Eficiente, Vitória esquenta a cabeça dos gremistas

Iguais no frio, as equipes dividiram cada palmo do gramado do Olímpico. Muitas vezes abusaram das jogadas mais fortes. Os gremistas retomaram a disputa do Brasileirão sem quatro titulares. Mário Fernandes, que passou por uma cirurgia no ombro direito, Fábio Rochemback, suspenso, Fábio Santos, com dores na região lombar, e Douglas, gripado. Foram substituídos por Rafael Marques, Adilson, Neuton e Hugo, respectivamente. O Leão não teve o artilheiro Junior. O atacante ficou fora por conta do falecimento do pai. Elkeson fez companhia a Schwenck na linha de frente.

A forte marcação no meio-campo atrapalhou a troca de passes. A criatividade passou longe. Apesar de não jogarem com a Jabulani, a famigerada bola da Copa do Mundo na África do Sul, a solução foi investir nos chutes de longa distância e tentar surpreender os goleiros. Edilson foi o primeiro e testou Viafara Em cobrança de falta, o lateral-direito bateu forte, o goleiro colombiano deu rebote para frente, mas o zagueiro Wallace afastou. Ricardo Conceição tentou para os baianos. De longe, buscou o ângulo esquerdo, e Victor espalmou.

Em seu melhor momento na primeira etapa, o Grêmio perdeu duas ótimas oportunidades. Aos 24, Borges roubou a bola, partiu em disparada desde o meio-campo, mas bateu cruzado e para fora. Jonas, livre ao lado dele, não gostou e se queixou. Cinco minutos depois, Maylson, que entrara no lugar de Leandro, machucado, foi à ponta direita, cruzou para a pequena área, mas Hugo bateu por cima do travessão.

O Vitória atacou menos e foi mais eficiente. Aos 33, Ramon inverteu da direita para a esquerda, a bola passou por Adilson e se acomodou no peito do zagueiro Wallace dentro da área. O chute de esquerda, cruzado, venceu o goleiro Victor: 1 a 0. Em vantagem, a tática baiana foi recuar e esperar o Grêmio. O Tricolor acusou o golpe, errou um punhado de passes e fez força para irritar a torcida. Com frio e insatisfeitos, os tricolores vaiaram e cornetaram jogadores e o técnico Silas. Pelo menos no primeiro tempo, não foi o recomeço de campeonato que eles esperavam.



Aos trancos e barrancos, Grêmio empata

Ricardo Conceição, Fernando e Ramon. O trio fez a bola girar pelo meio-campo do Vitória. Era a melhor maneira de segurar a bola, gastar tempo e fazer o adversário se afobar. Silas não fez nenhuma alteração no intervalo, e o Grêmio continuou desorganizado. Hugo e Maylson até se apresentaram mais na criação, Jonas e Borges buscaram jogo, mas todos pouco inspirados. Aos 16 minutos, o técnico tricolor atirou o time para frente. Ele sacou o volante Willian Magrão e lançou André Lima como terceiro atacante. Funcionou quase nada.

Na base dos contra-ataques, o Vitória conseguiu incomodar com os laterais Egídio e Nino. Em dois bons chutes de longe, eles quase ampliaram, mas o goleiro Victor estava atento. A noite estava tão complicada para os gremistas que até jogador de frente virou zagueiro adversário. Aos 24, Edilson cobrou escanteio, Rodrigo desviou de cabeça, a bola bateu em Hugo quase na linha do gol dos baianos e foi afastada.

O mérito do Grêmio foi persistir mesmo quando tudo parecia dar errado. Até que a sorte virou. Aos 30, Jonas avançou pela esquerda e cruzou na segunda trave. O lateral-esquerdo Egídio tentou escorar para o goleiro Viafara com a coxa, mas a bola entrou: 1 a 1. Vilson ainda tentou tirar, mas foi em vão.

Ao contrário do esperado, a pressão gremista foi discreta. O time só partiu para o abafa nos acréscimos. André Lima foi quem chegou mais perto da virada, aos 47, após cobrança de escanteio. Numa confusão generalizada na área, faltou pouco para o atacante empurrar a bola para o gol, mas Viafara conseguiu afastar e evitar a derrota rubro-negra.

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